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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Aquecimento Global. Pura farsa. Segunda parte.


Vemos no texto anterior como somos forçados a dar créditos a modelos de desempenho insatisfatório e como cientistas com ideias contrarias são boicotados por motivos óbvios.

Vejamos agora a continuidade das afirmações de José Carlos de Azevedo e algumas considerações de
Don Feder, Jornalista americano.



José Carlos ainda aponta, neste texto, que o denunciante que na década de 70 denunciavam o resfriamento global por causa da poluição causada pelo homem, são os mesmo que hoje afirmam categoricamente que a terra aquece de forma muito rápida devido à mesma poluição. Esse é o IPCC. Só isso já serviria para um sério questionamento a respeito dos modelos e métodos da IPCC.

José Carlos afirma:


“... mas eles (IPCC) garantem que o C02 é o responsável e citam sempre dois estudos do século 19, de Fourier e Arrhenius, ambos sem validade científica atual e com muitos erros, mas por eles reverenciados com enternecido fervor religioso”.

O artigo de Fourier é uma exposição literária, sem uma só equação e com muitos erros conceituais, apesar de não ter sido assim àquela época.

Arrhenius errou ao calcular a temperatura da Terra se não existisse o C02 no ar e ao atribuir as eras glaciais à diminuição desse gás prático, disse que a sua teoria poderia ser contestada se provassem que a retirada do C02 não esfriaria a Terra e assim deu o mote para o "sumo sacerdote do aquecimento", o norte-americano AI Gore: "A ciência está feita, Quem quiser que prove o contrário.”.

“Aos cultores dessa ciência climática vudu, sem teoria nem comprovação experimental, restou fazer ameaças, frases feitas e reuniões estridentes no Rio, em Bali e em Poznam para salvarem a Terra”. E ungir mais um sumo pontífice, o barão Stern of Brentwood, que, na Oxonia Lectures de 2006, fez a cândida confissão: “Em Agosto ou Julho do ano passado, eu tinha uma ideia sobre o efeito estufa, mas não estava seguro.”.

Meses depois, sacramentado como sábio pelo governo inglês para elaborar o relatório Stern, um cartapácio de 700 páginas, quer fortalecer o ecoterrorismo.. “O barão veio a esta Terra dos papagaios e causou enorme sensação, apesar da sua cabeça oca.”


Mas qual seria a relação entre “místicos” da nova era com comunistas socialistas?

Simples. Para implantar suas ideologias é necessário que as bases da moral social sejam desfeitas. Base esta criada e sustentada pela moral religiosa cristã que foi fortemente inserida na sociedade ocidental principalmente.


Em um artigo chamado The Global Warming Suicide Cult de Don Feder, famoso colunista social judeu dos EUA, encontramos (traduzido e adaptado por Júlio Severo):


“... Os proponentes do aquecimento global estão criando uma seita suicida, que se for seguida até sua conclusão lógica levará à extinção dos seres humanos...”.

“A cruzada do aquecimento global é um ataque frontal à procriação, à família e ao futuro da humanidade. Na edição de 9 de Dezembro da Revista Médica da Austrália, o Professor Barry Walters recomenda "o imposto do bebê", que taxaria em $5.000 o primeiro bebê e um imposto anual de $800 por cada bebê adicional, sobre as famílias com mais de dois filhos.”.

(Diz Barry) – “Todo bebê recém-nascido na Austrália representa uma fonte potente de emissões de gás estufa por uma média de 80 anos, não simplesmente por respirar, mas por consumir de modo esbanjador os recursos típicos da nossa sociedade”, escreve Walters. que chama a procriação de "conduta anti-social que provoca o efeito estufa ".

...... Walters diz que ele (Barry) quer que o governo australiano considere medidas de controle populacional semelhante às medidas da China comunista, com sua política que impõe um único filho por família. Essa política é reforçada com penalidades draconianas, esterilização e abortos forçados.

Na Inglaterra, um grupo chamado Fundo de População Ótima tem a mesma agenda.

O Fundo está horrorizado com um insignificante aumento no índice de nascimentos - de 1.8 em 2005 para 1.87 em 2006. O Fundo pede ao governo que use a força nos ingleses que não seguem o modelo da Federação Internacional de Planejamento Familiar, que promove políticas de aborto e apoia a política chinesa de controle da natalidade compulsório.

Os alarmistas do aquecimento global vêem as pessoas apenas como consumidoras de energia (ou geradoras de poluição), jamais como criadores em potencial por exemplo, de uma lâmpada ou motor mais eficiente, ou de um novo meio de limpar o meio-ambiente.


Don Feder completa:


"O crescimento da população humana é a suprema questão ambiental", diz Ric Oberlink, porta-voz da entidade (de nome sinistro) Califonianos a favor da Estabilização da População. "O aquecimento global é um problema bem sério, mas é apenas um componente do problema do excesso de população".


"Uma solução para resolver a crise (um globo quente) é as pessoas pararem de ter tantos bebes”, diz um texto de 14 de Março escrito por Dave Johnson naquela fonte de idiotices, do jornal The Huffington Posto. ''Já gastamos todas as áreas de pesca. “O gado sendo criado para alimentar tantos comedores de carne é um problema tão grande quanto os carros que estamos dirigindo”.

Assim, a solução é pararmos de ter bebês e nos tornarmos vegetarianos que andam só de bicicletas”.

“A explosão populacional provocou transtornos graves nas relações ecológicas entre os seres humanos e o meio-ambiente”, adverte o Sierra Club. "Em reconhecimento da crescente magnitude dessa questão de conservar o meio-ambiente, o Sierra Club apóia um programa bem expandido de educação sobre a necessidade do controle populacional". A esquerda está realmente envolvida na questão de controle.


Em 1989, como descreve Don Feder, David Graber, então biólogo do Serviço Nacional de Parques, entrevistado pelo jornal Los Angeles Times afirma:


“A felicidade humana e certamente a fecundidade humana não são tão importantes quanto um planeta selvagem e saudável. Conheço cientistas sociais que me recordam que as pessoas são partes da natureza, mas isso não é verdade... Nós nos tornamos uma praga sobre nós mesmos e sobre a Terra. Até que chegue tal tempo em que o homosapiens decida se juntar novamente à natureza, tudo o que alguns de nós poderão fazer é esperar que surja o vírus certo”.


Ainda no Fórum da Condição Mundial de Gorbachev em 1996 em San Francisco, um dos palestrantes propôs a redução da população mundial em 90% mas não especificou o método a ser empregado. Estas frases e propostas mostram bem o pensamento de repudio a sociedade humana que essa mentalidade desenvolve.


Continua Dom Feder:


Conforme informou um grupo de cientistas num estudo publicado na edição on-line da semana passada da Revista Internacional de Climatologia, durante as três décadas passadas, as previsões de modelos de mudanças climáticas geradas por computador (nas quais confiam os alarmistas do aquecimento global) não têm uma correlação com dados reais e mensuráveis de balões meteorológicos e satélites em órbita.

Mas essa é apenas a ponta da cobertura de gelo do Ártico (que, a propósito, não está diminuindo).

De acordo com o Centro Meteorológico MetSul do Brasil, neste ano a cobertura de gelo do Ártico está dentro do 1 % da norma de inverno, e o inverno acabou de começar. O gelo na camada de gelo polar sul cresceu de modo significativo, comparado ao ano passado.

O cardeal australiano George Pell, arcebispo de Sydney, comenta que a temperatura atmosférica de Marte subiu 0.5 graus Celsius.se tão somente os marcianos parassem de ter tantos bebês com imensas pegadas de carbono e começassem a andar de bicicletas...

O especialista em furacões William Gray da Universidade Estadual do Colorado crê que a terra começará a se esfriar dentro de 10 anos. Neil Frank, ex-diretor do Centro Nacional de Furacões, chama o aquecimento global "um trote".

Richard Lindzen, professor de meteorologia no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, indica que a Europa era bem mais quente na Idade Média do que é hoje. Mas o século XVII era muito mais frio. (Então, não era raro o rio Thames congelar no inverno.) Em outras palavras - por favor, preste atenção, AI Gore - a Terra passa por ciclos periódicos de aquecimento e esfriamento,sem nenhuma relação com emissões de carbono.

Há hoje aproximadamente 22.000 ursos polares, em comparação com os 5.000 que havia há 60 anos. Ao que tudo indica, os ursos adoram os efeitos do aquecimento global em seu meio ambiente - veja a preferência deles por óculos de sol e camisetas havaianas.

A temperatura na Groenlândia é mais baixa hoje do que era em 1940.

Mil anos atrás, os colonizadores vikingues preparavam colheitas na Groenlândia, que era uma região realmente verde. Lamentavelmente, eles começaram a dirigir modernos pick-ups e a queimar combustíveis fosseis para fazer funcionar suas fábricas do século XI. Brincadeiras de lado, com tanta produção e colheitas dos vikingues, a Groenlândia teria de ser um lugar quente hoje, certo? Mas hoje é uma região cheia de gelo.

Reid Bryson, professor emérito da Universidade de Wisconsin em Madison, considerado o pai da climatologia científica, explica: "Nos 300 anos passados, estamos saindo de uma Pequena Era Glacial. Por 300 anos, não estamos fazendo dióxido de carbono demais".

Com as informações que temos hoje sobre mudança climática durante os 12.000 anos passados (com base em relatos e dados históricos como anéis de crescimento nas árvores) os ciclos de aquecimento e esfriamento da Terra coincidem exatamente com a atividade magnética do sol.

E quanto ao consenso científico em favor de um aquecimento global provocado pelo homem, agenciado por AI Gore e companhia? É um mito.


Feder denuncia que cientistas contrários a idéia do aquecimento global estão sendo boicotados e perseguidos:


Conforme explica Lindzen: "Os cientistas que divergem do alarmismo viram seus financiamentos desaparecerem, seu trabalho ridicularizado e eles mesmos classificados como palhaços". Os insultos são cruéis.

Lindzen diz: “Posso agüentar ser chamado de cético porque todos os cientistas têm de ser céticos, mas então começaram a nos chamar de egadores, com todas as conotações do Holocausto (negadores). Isso é grosseria”.

Em sua variação mais extrema, o aquecimento global é uma seita suicida cujos profetas e sacerdotes empolgam-se com a idéia da extinção em massa da humanidade.


Continua...

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Grande Imprensa Brasileira - Mentirosa e anticristã


A algumas semanas atrás pudemos vê uma notícia que percorreu o mundo e consequentemente o Brasil (pelo menos foi essa a impressão mundial que passaram).


As Manchetes do site da Globo e do G1 (pertencente a mesma entidade) dizem:

Relatório confirma abuso de milhares de crianças por parte da Igreja Católica da Irlanda.

Inquérito denuncia abuso sexual 'endêmico' de meninos na Irlanda


Então veremos o que Diz o Olavo de Carvalho (renomado pensador, filósofo e jornalista) em seu site na página: http://www.olavodecarvalho.org

Jornalistas contra a aritmética

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 5 de junho de 2009

Não há mentira completa. Até o mais ingênuo e instintivo dos mentirosos, ao compor suas invencionices, usa retalhos da realidade, mudando apenas as proporções e relações. Quanto mais não fará uso desse procedimento o fingidor tarimbado, técnico, profissional, como aqueles que superlotam as redações de jornais, canais de TV e agências de notícias. Mais ainda – é claro – os militantes e ongueiros a serviço de causas soi disant idealistas e humanitárias que legitimam a mentira como instrumento normal e meritório de luta política.

Na maior parte dos casos, os elementos de comparação que permitiriam restituir aos fatos sua verdadeira medida são totalmente suprimidos, tornando impossível o exercício do juízo crítico e limitando a reação do leitor, na melhor das hipóteses, a uma dúvida genérica e abstrata, que, como todas as dúvidas, não destrói a mentira de todo mas deixa uma porta aberta para que ela passe como verdade.

Um exemplo característico são as notícias sobre a tortura nas prisões de Guantánamo e Abu-Ghraib. Como em geral nada se noticia na “grande mídia” sobre as crueldades físicas monstruosas praticadas diariamente contra meros prisioneiros de consciência nos cárceres da China, da Coréia do Norte, de Cuba e dos países islâmicos, a impressão que resta na mente do público é que o afogamento simulado de terroristas é um caso máximo de crime hediondo. Mesmo quando não são totalmente ignorados, os fatos principais recuam para um fundo mais ou menos inconsciente, tornando-se nebulosos e irrelevantes em comparação com as picuinhas às quais se deseja dar ares de tragédia mundial. Só o que resta a fazer, nesses casos, é usar a internet e toda outra forma de mídia alternativa para realçar aquilo que a classe jornalística, empenhada em transformar o mundo em vez de retratá-lo, preferiu amortecer.

Às vezes, porém, o profissional da mentira se trai, deixando à mostra os dados comparativos, apenas oferecidos sem ordem nem conexão, de tal modo que o público passe sobre eles sem perceber que dizem o contrário do que parecem dizer. Isso acontece sobretudo em notícias que envolvem números. Com freqüência, aí o texto já traz em si seu próprio desmentido, bastando que o leitor se lembre de fazer as contas.

Colho no Globo Online o exemplo mais lindo da semana (v. http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/05/20/relatorio-confirma-abuso-de-milhares-de-criancas-por-parte-da-igreja-catolica-da-irlanda-755949622.asp, http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1161142-5602,00-INQUERITO+DENUNCIA+ABUSO+SEXUAL+ENDEMICO+DE+MENINOS+NA+IRLANDA.html e http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1161468-5602,00.html).

Não digo que o Globo seja o único autor da façanha. Teve a colaboração de agências internacionais, de organizações militantes e de toda a indústria mundial dos bons sentimentos. Naquelas três notas, publicadas com o destaque esperado em tais circunstâncias, somos informados de que uma comissão de alto nível, presidida por um juiz da Suprema Corte da Irlanda, investigando exaustivamente os fatos, concluiu ser a Igreja Católica daquele país a culpada de nada menos de doze mil – sim, doze mil – casos de abusos cometidos contra crianças em instituições religiosas. A denúncia saiu num relatório de 2600 páginas. Legitimando com pressa obscena a veracidade das acusações em vez de assumir a defesa da acusada, que oficialmente ele representa, o cardeal-arcebispo da Irlanda, Sean Brady, já saiu pedindo desculpas e jurando que o relatório "documenta um catálogo vergonhoso de crueldade, abandono, abusos físicos, sexuais e emocionais". Depois dessa admissão de culpa, parece nada mais haver a discutir.

Nada, exceto os números. O Globo fornece os seguintes:

1) A comissão disse ter obtido os dados entrevistando 1.090 homens e mulheres, já em idade avançada, que na infância teriam sofrido aqueles horrores.

2) Os casos ocorreram em aproximadamente 250 instituições católicas, do começo dos anos 30 até o final da década de 90.

Se o leitor tiver a prudência de fazer os cálculos, concluirá imediatamente, da primeira informação, que cada vítima denunciou, além do seu próprio caso, outros onze, cujas vítimas não foram interrogadas, nem citadas nominalmente, e dos quais ninguém mais relatou coisíssima nenhuma. Do total de doze mil crimes, temos portanto onze mil crimes sem vítimas, conhecidos só por alusões de terceiros. Mesmo supondo-se que as 1.090 testemunhas dissessem a verdade quanto à sua própria experiência, teríamos no máximo um total de exatamente 1.090 crimes comprovados, ampliados para doze mil por extrapolação imaginativa, para mero efeito publicitário. O cardeal Sean Brady poderia ter ao menos alegado isso em defesa da sua Igreja, mas, alma cristianíssima, decerto não quis incorrer em semelhante extremismo de direita.

Da segunda informação, decorre, pela aritmética elementar, que 1.090 casos ocorridos em 250 instituições correspondem a 4,36 casos por instituição. Distribuídos ao longo de sete décadas, são 0,06 casos por ano para cada instituição, isto é, um caso a cada dezesseis anos aproximadamente. Mesmo que todos esses casos fossem de pura pedofilia, nada aí se parece nem de longe com o “abuso sexual endêmico” denunciado pelo Globo. Porém a maior parte dos episódios relatados não tem nada a ver com abusos sexuais, limitando-se a castigos corporais que, mesmo na hipótese de severidade extrema, não constituem motivo de grave escândalo quando se sabe – e o próprio Globo o reconhece – que grande parte das crianças recolhidas àquelas instituições era constituída de delinqüentes(imaginem o que deveria falar o Globo sobre a FEBEM e outas intituições semelhantes.)* . Se você comprime bandidos menores de idade num internato e a cada dezesseis anos um deles aparece surrado ou estuprado, a coisa é evidentemente deplorável, mas não há nela nada que se compare ao que aconteceu no Sudão, onde, no curso de um só ano, vinte crianças, não criminosas, mas inocentes, refugiadas de guerra, afirmaram ter sofrido abuso sexual nas mãos de funcionários da santíssima ONU, contra a qual o Globo jamais disse uma só palavra.

Só o ódio cego à Igreja Católica explica que o sentido geral dado a uma notícia seja o contrário daquilo que afirmam os próprios dados numéricos nela publicados.

Por isso, saiba o prezado leitor que só leio a “grande mídia” por obrigação profissional de analisá-la, como se analisam fezes num laboratório, e que jamais o faria se estivesse em busca de informação.

Olavo de carvalho.

* Grifo Meu.

É muitíssimo interessante ver como essas mentiras continuam sendo propagadas sem que ninguém faça nada para salvaguardar a verdade. Ninguém processa a Globo ou a BBC (que tbm disseminou esta informação tal como está) e tudo fica por isso mesmo. Com o passar do tempo as mentiras são contadas tantas vezes que nem mesmo questionamos.

Lamentável que a nossa mídia não se limite a apenas a mostrar os fatos e deixar que os leitores tenham sua própria opinião.

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Ainda que levássemos em consideração todos os 12.000 casos (onde 10.910 não tem qualquer tipo de comprovação e nem mesmo o nome das vítimas), dividindo-os em aproximadamente 70 anos, teríamos -( 12.000 : 70 = 171,4285714285714286). Ou seja, aproximadamente 171 casos por ano. E ainda assim teríamos que dividir todos os casos pelo número de instituições, que eram 250. Teríamos - (171 : 250 = 0,684).
Vemos que mesmo inflando (por motivos óbvios), ainda assim teríamos 0,6 casos por ano em cada instituição. Conclui-se que sendo , em um universo de 250 instituições, um pequeno número, imaginando o quanto de crianças que passaram por lá. Outra informação que deve ser ressaltada é que, não foram todos os casos de abuso sexual. Sua maioria foram castigos severos (Como dito acima). No mais, é certo que não deveriam ter ocorrido nenhum caso, mas de longe não foi o monstro pintado pela imprensa maldosa.
As instituições eram comandadas e administradas por leigos (nada de padres), portanto as mentiras e meias verdades, introduzidas nas matérias , têm a real intenção de denegrir a Imagem da Igreja.
Imagine que agora nem mesmo diploma o Jornalista vai precisar ter para assinar matérias em jornais. Qualquer doido vai poder escrever o que quiser. Acho que é exatamente esta a intenção.